13 de abr de 2012

Ao Cubo – É proibido chorar (Clipe Oficial) @aocubooficial

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Proibido chorar', que ganhão versão para as telas, serve de combate às drogas. Depoimento de FJay, ex-dependente químico e integrante do grupo, é uma luz para quem deseja largar o vício... "});'Proibido chorar', que ganhão versão para as telas, faz parte do CD Um por todos. Depoimento de FJay, ex-dependente químico e integrante do grupo, é uma luz para quem deseja largar o vício... Uma epidemia. Assim já é considerado o uso do crack no Brasil. Segundo informações do Ministério da Saúde, essa droga chegou ao Brasil em 1990 e se disseminou rapidamente em São Paulo. Pelo custo barato, não foi difícil a adesão de novos usuários e, hoje, infelizmente, o crack já chegou em quase todas as capitais do país. E foi justamente visando combater esse vício que o Ao Cubo, grupo de rap paulista, resolveu gravar o clipe da música Proibido Chorar numa "biqueira", ou boca-de-fumo, como também é chamado o ponto de venda de drogas. Para a gravação, os integrantes do Ao Cubo contaram com a participação de ex-usuários da droga e de representantes da Rei das Ruas, uma casa de recuperação de dependentes químicos que ajuda, gratuitamente, quem deseja largar o vício. O clipe foi gravado na zona leste de São Paulo e causou grande emoção na equipe. "Tem uma senhora morando neste ambiente há quatro anos. Quatro anos! É muita sujeira, um cheio horrível... Só estando muito 'doido' da droga pra ficar aqui", disse Feijão, um dos integrantes do Ao Cubo. "É um mundo que eu conheci, infelizmente", conta Dj Fjay. "Comecei bebendo, depois passei para a maconha, usei o mesclado (maconha com cocaína), lança-perfume e cocaína. E cheguei ao crack. Graças a Deus, foi uma vez só, mas a cocaína foram longos anos. A minha família quase toda usava algum tipo de droga. Meu pai usou maconha por mais de 30 anos. Tive familiares que morrem em decorrência da AIDS porque usam drogas injetáveis. Havia ladrões e matadores de aluguel na família. Se encontrei isso em casa, imagine na rua. Apenas a minha mãe nunca se envolveu com essas coisas, mas não tinha uma base para me passar. Eu, então, segui o rumo: era trabalhador durante a semana, mas, no final de semana, virava ladrão", revela.
E foi graças a um tio que a história começou a mudar. "Por influencia de um tio próximo, me aproximei do mundo da música. Comecei a frequentar bailes blacks da época, até começar a realizá-los, como músico. Um dia, na programação de uma rádio em que eu trabalhava, ouvi uma música cuja letra falava "Deixa tudo e então vem... "(banda Rara). Ela me impactou... Foi o início de um processo para me render a Cristo e deixar de vez os maus caminhos", contou FJay.

Para saber mais sobre o Ao Cubo, acesse www.aocubo3.com ou siga o grupo no Twitter (www.twitter.com/AoCuboOficial).




Fonte:Graça Music

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